Últimas toucas vão para…

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Depois de 8 dias de competição estes são os últimos destaques:

Touca de Lata: Matt Sates

O multifacetado nadador sul-africano tem realizado grandes marcas tanto em piscina curta como em piscina longa ao longo dos anos. Depois de ter apresentado um nível forte nas etapas da taça do mundo em 2023, esperava-se que neste campeonato pudesse disputar várias finais e lutar por algumas medalhas. Não foi o caso. Sates acabou por estar muitos furos abaixo do nível que já apresentou no passado e levanta a dúvida se conseguirá lutar por uma final em Paris.

Touca de Bronze: Isacc Cooper

O australiano foi vencedor da prova de 50 costas apresentando uma partida absolutamente demolidora nunca estando em causa que iria chegar à frente dos seus adversários. No entanto, a verdadeira dimensão do seu resultado poderia ter sido muito maior não tivesse Cooper nadado contra as cordas múltiplas vezes durante a prova. Poderia talvez ter alcançado um tempo na casa dos 23 segundos e ter-se aproximado do recorde do mundo de Kolesnikov. O atleta vem mostrando toda a sua qualidade enquanto sprinter visto que também foi finalista da prova dos 50 metros livres neste mundial.

Touca de Prata: Ruta Meillutyte

Depois de ter ficado pelas eliminatórias na prova dos 100 bruços a atleta lituana conseguiu completar a prova dos 50 à frente de todas as outras competidoras. A sua partida, habitualmente espetacular, teve concorrência da nadadora chinesa, mas no final foi Ruta a conseguir revalidar o título que já havia conseguido em 2022.

Touca(s) de Ouro: Daniel Wiffen e Sarah Sjoestroem

Depois de vencer os 800 metros livres, o nadador irlandês conseguiu agora ser campeão do mundo nos 1500 e ultrapassar Grant Hackett no ranking de sempre da prova. Venceu com muita autoridade numa prova que a certa altura fez lembrar Katie Ledecky uma vez que venceu por mais de 10 segundos. Foi o segundo título para o nadador irlandês, igualando Diogo Ribeiro em títulos individuais neste campeonato.

A nadadora sueca conseguiu mais uma medalha de ouro, desta feita nos 50 livres, com uma marca muito próxima do seu recorde do mundo. Numa prova que se revelou fortíssima com todo o pódio a conseguir nadar em menos de 24 segundos, a vitoria nunca teve verdadeiramente em perigo para a nadadora sueca que após os 25 metros dominou por completo as suas adversárias. Teve ainda tempo para ajudar as suas companheiras de seleção a ganhar a medalha de prata nos 4×100 estilos depois já terem ficado nas 5 primeiras posições em vários campeonatos do mundo sem conseguirem chegar ao pódio. Hoje poderiam mesmo ter chegado ao ouro não fosse a nadadora australiana Shayna Jack a conseguir o ouro para a sua seleção na última braçada. Foi um final muito emocionante que contou também com o Canadá na luta pelo ouro, terminando da melhor maneira este campeonato do mundo.

Créditos da foto: World Aquatics Facebook

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