Rita Frischknecht quer “elevar o nível” nas Universíadas

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Rita Frischknecht, nadadora que vai representar Portugal nas Universíadas de Verão, pretende “elevar o nível” da época que tem vindo a fazer e ir a “pelo menos uma meia final” na competição que se disputa em Taipé, Taiwan, de 19 a 30 de agosto.

A atleta do Sport Algés e Dafundo concedeu uma entrevista de antevisão ao Chlorus, na qual deu conta das expectativas para a prova.

“Apesar de saber que os tempos para as meias finais têm sido relativamente acessíveis, tendo em conta os meus recordes pessoais, não consigo adivinhar o que vai acontecer este ano. O meu objetivo é chegar e fazer os meus melhores tempos. Se fizer isso, será possível a entrada na meia final, pelo menos em uma das três provas que vou nadar.”

A nadadora algesina já esteve na Ásia e não teve dificuldade em adaptar-se. Ainda assim, admite que o clima e o fuso horário podem influenciar o desempenho dos atletas.

“Se não tiver cuidado, pode influenciar bastante. Já estive uma vez na Ásia, com menos tempo de descanso, e não tive dificuldade em adaptar-me à diferença horária mas não sei como vai ser. É um país com uma temperatura e uma humidade consideráveis e a diferença horária pode sempre influenciar, mas se me influenciar a mim, também influencia grande parte das pessoas”, alerta.

Rita Frischknecht integra a Missão de Portugal em representação da Faculdade de Medicina de Lisboa. Tal como Ana Catarina Monteiro, decidiu dar prioridade à natação e conseguiu conciliar a alta competição com o primeiro ano de um dos cursos mais exigentes do ensino superior.

“A minha prioridade neste momento, e já o disse várias vezes este ano, apesar de ter sido criticada, é a natação. Consegui passar de ano, não tive as melhores notas, aí é preciso saber criar expectativas realistas, mas também não foi isso que procurei. Mesmo passando de ano, não consegui fazer todas as cadeiras, tive de optar e estou contente com as escolhas que fiz. Correu melhor do que estava à espera e se eu consigo, de certeza que muita gente também consegue”, conclui, em conversa com o nosso jornal.

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