Recordes e direitos humanos em destaque nos Jogos Asiáticos

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A quinta edição dos Jogos Asiáticos em recinto coberto, que decorrem em Ashgabat, no Turquemenistão, está a ser marcada pelos recordes obtidos na natação e pelas acusações feitas ao país organizador em matéria de direitos humanos.

O Turquemenistão, país situado na Ásia Central, que tem o mais alto número de prisioneiros à escala mundial, está a ser acusado de usar a competição para esconder prisões arbitrárias, repressão sobre ativistas políticos e jornalistas e a censura da internet e das redes sociais.

O silêncio do Conselho Olímpico da Ásia perante a inexistência de meios de comunicação social independentes e às detenções de jornalistas locais, correspondentes da imprensa estrangeira, despoletou uma reação por parte da organização não governamental Human Rights Watch, relembrando que a liberdade de imprensa é um dos pilares da Carta Olímpica.

Por outro lado, têm-se registado vários recordes na natação. No domingo, a equipa feminina de Hong Kong bateu o recorde dos Jogos Asiáticos na estafeta de 4×50 estilos, com um tempo de 1.48,79. A China foi segunda classificada e a Tailândia terceira.

Em piscina curta, o chinês Wang Lizhou tem estado em destaque. O nadador de 19 anos já conquistou duas medalhas de ouro, uma de prata e bateu dois recordes nas finais dos 100 e 50 bruços.

A edição deste ano dos Jogos Asiáticos teve início no passado dia 16 e chega ao fim esta quinta-feira, dia 27.

Fotografia: Facebook Ashgabat 2017 5th Asian Indoor & Martials Arts Games

 

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