Participação portuguesa nas Universíadas “aquém do desejado”, afirma José Machado

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José Machado, diretor-técnico nacional (DTN) da Federação Portuguesa de Natação, considera que a participação lusa nas Universíadas de Taipé foi “muito aquém do desejado no que se refere ao principal objetivo que era a obtenção de recordes pessoais”, mas “condigna”.

“Apenas foi obtido um [Rita Frischknecht no 200 livres com 2.04,40] e numa prova que não é a principal especialidade. Merecem destaque as presenças nas meias finais dos 200 estilos masculinos e 200 mariposa femininos pelo Gabriel Lopes e pela Ana Catarina Monteiro, respetivamente”, refere o técnico português, em declarações ao site da FPN.

“A questão principal, para o crescimento da natação portuguesa, é esta e não adianta falar de tudo o que nos falta se nos principais momentos não temos a capacidade de nos ultrapassarmos a nós próprios”, refere o DTN.

“Se considerarmos as principais competições internacionais dos últimos cinco anos dos escalões Juniores e Absolutos, Europeus, Mundiais e Jogos Olímpicos em que estivemos presentes, a média de recordes pessoais obtidos é inferior a 20 por cento, o que é muito baixo, sobretudo, porque os juniores também são considerados nesta equação”, recorda José Machado.

A natação portuguesa foi representada por Ana Catarina Monteiro, estudante da Universidade do Porto (U. Porto) e nadadora do Clube Fluvial Vilacondense, Rita Frischknecht, Universidade de Lisboa (AEFML) e atleta do Sport Algés e Dafundo, e Gabriel Lopes, do Instituto Politécnico de Coimbra (AEEST) e nadador da Associação Louzan Natação.

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