Braga vai ser palco da Convenção de Natação de 2018

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A Convenção Portuguesa de Natação de 2018 vai realizar-se “em Braga”, revelou ao Chlorus António José Silva, presidente da Federação Portuguesa de Natação, edição em que será repensado o modelo de organização do evento.

“Deveremos repensar, a par das temáticas, a demasiada diversificação de painéis que poderá condicionar a participação das pessoas. Seja qual for o modelo organizativo, juntamente com a Gala, a convenção será em Braga, cidade europeia do Desporto 2018”, afirmou o líder federativo, que faz um balanço “muito positivo” da terceira edição, realizada no passado sábado em Coimbra: “Muito positivo quer quanto à discussão, quer quanto à partilha de experiências e networking entre todos os agentes da modalidade (árbitros, dirigentes, treinadores, atletas, alunos e demais comunidade desportiva)”.

A convenção contou com 280 participantes, um número “dentro do esperado, fundamentalmente pessoas associadas diretamente com a atividade nas suas diferentes áreas (polo aquático, natação sincronizada, natação adaptada, águas abertas, natação pura, árbitros e dirigentes), referiu o presidente da FPN, salientando o feedback “positivo” que recebeu dos preletores e participantes, “incentivando a FPN a continuar com este projeto”. “É um momento de discussão e encontro nacional”, acrescentou.

Luís Fernandes, dirigente da secção de natação do FC Porto, desafiou a FPN a criar um Centro de Alto Rendimento no Porto. É possível? “Todos os reptos que saíram da convenção serão analisados quanto à sua pertinência, exequibilidade e oportunidade, mais ainda os que decorrem de intervenções de agentes desportivos, como o engenheiro Luís Fernandes, com um passado relevante ao serviço da natação”.

Outra das ideias lançadas para cima da mesa foi a da criação de uma associação de dirigentes. António José Silva concorda: “Esta foi uma questão levantada no painel do dirigismo juntamente com a revisão do estatuto do dirigente associativo e a questão de juntamente com outras federações com UPD. Neste caso concreto o futebol, expandir a formação existente para os dirigentes desportivos. A FPN assumirá, como sempre o fez, o seu papel de liderança nos projetos que considera importantes para o desenvolvimento do desporto em Portugal”.

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